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17
maio
15

Documentário sobre Ramatís

capa dvd.1.1
Ramatís é uma entidade espiritual oriental, que iniciou suas manifestações no Brasil, na década de 1950, através do médium Hercílio Maes, da cidade de Curitiba, no Paraná.
O documentarista Edelso Junior apresenta mais uma produção que vai levantar diversos questionamentos:

Quem é o espírito Ramatís? Qual a importância de suas obras psicografadas pelo médium Hercílio Maes, o seu mais fiel intérprete? AS polêmicas em torno de suas mensagens merecem credibilidade? Suas obras são polêmicas ou polemizaram demais suas ideias?
Espíritas e espiritualistas do século XXI estão compreendendo melhor suas ideias? Essas e outras questões são abordadas neste filme que resgata uma parte importantíssima do movimento espírita nacional.
No filme, depoimentos de personalidades dos diversos seguimentos religiosos, levantam questões importantíssimas para se debater nos dias de hoje tais como, pureza doutrinária, intolerância religiosa, ecumenismo, unificação entre ciência e religião, etc.

Acesse o site abaixo e conheça nossa campanha para realização do projeto.

http://www.kickante.com.br/campanhas/ramatis-luz-que-vem-do-oriente

Cada colaborador receberá uma recompensa, de acordo com os valores doados.
Este projeto é uma realização em parceria com a DuBem e Melion filmes.
Contamos com sua ajuda.
Edelso Junior

23
jun
14

Espiritismo, terceira e última revelação?

 Imagem

 É muito interessante quando nos deparamos com algumas colocações em nosso movimento espírita a respeito da questão inserida em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, capítulo I, afirmando que o Espiritismo é a terceira revelação. Baseado neste texto e também no capítulo I – Caracteres da Revelação Espírita, de “A Gênese”, alguns confrades chegam até a afirmar que seria a última. Sem nenhuma intenção de polemizar sobre o assunto, mas apenas com o intuito de provocar em nós algumas reflexões necessárias a respeito dessas afirmações, gostaríamos de tecer alguns apontamentos.

   A questão de o Espiritismo ser uma revelação precisa ser pensada dentro de um contexto histórico que culminou na possibilidade da intervenção dos Espíritos com a finalidade de despertar a humanidade para um evento de grandes proporções, no sentido de trazer ao mundo uma proposta de espiritualização que viesse abarcar as três maiores vertentes do conhecimento humano: ciência, filosofia e religião.

   Revelações espirituais não são exclusividade do Ocidente. Há que se pensar no mundo não apenas pela ótica greco-romana, judaico-cristã. A história da humanidade precisa ser relembrada dentro de um contexto global. O Oriente tão desprezado pela cultura ocidental é um manancial de muitas revelações de caráter mediúnico. Sendo assim, conforme nos afirma o escritor Dalmo Duque dos Santos, em sua obra a “Nova História do Espiritismo”, na página 184, Editora do Conhecimento, devemos relativizar essa questão:

   “Então, é muito relativo dizer que Moisés recebeu a ‘primeira’ revelação e que a ‘segunda’ foi feita pelo próprio Jesus, e a ‘terceira’ é o espiritismo, revelado pelo Espírito da Verdade”.

  Seguindo esta linha de raciocínio queremos chamar a atenção para o fato de  outras culturas terem recebido de igual forma, grandes revelações espirituais para nortear os passos de suas humanidades. Vejamos por exemplo o Vedismo surgido na Índia Rig-Védica com seus textos sagrados datados de aproximadamente 1500 a.C., mais tarde criando o Bramanismo e depois o Hinduísmo; o Zoroastrismo fundado por Zoroastro, na Pérsia, com datas diferentes para seu surgimento, ou seja, alguns estudiosos datam o século VI a.C., outros  século XV a.C., mas o que nos parece claro é que foi uma religião que influenciou muito o judaísmo, o cristianismo e o islamismo;  o Budismo que surge por volta do século VII a.C. na Ásia; o Judaísmo com Abraão, aproximadamente no século XVIII a.C. culminando na mensagem do decálogo com Moisés por volta do século XV a.C. iniciando o monoteísmo ético. Estas são algumas das grandes revelações que são conhecidas pela história. Portanto, entendemos que Allan Kardec classificou somente três revelações para a humanidade devido as suas características, porém, isso não é justificativa para desprezar as demais existentes em outros pontos do planeta, que deixa muito claro que não existe sociedade sem amparo espiritual.

   Então, embora o Espiritismo não seja a primeira revelação e nem será a última, segundo o que entendemos, é de fato uma importante revelação pelas características que possui dentro de um período muito significativo para a humanidade. O objetivo deste artigo é lembrar aos irmãos que não somos a única revelação e nem seremos a última. Crer nisso é ufanismo. Não está dentro da racionalidade que Kardec tanto apregoou.

   O que caracteriza o Espiritismo como grande revelação é justamente o fato dele poder contemplar em seu arcabouço doutrinário ciência, religião e filosofia, coisa que nenhuma outra revelação fez. E esta grandeza é justamente por ter vindo em um período em que era necessário um processo de espiritualização que não repetisse os anteriores, mas sim que pudesse completá-los, ampliá-los, atualizá-los de acordo com o seu tempo. Essa amplitude, encontramos na unidade doutrinária que possui, na sistematização realizada por Kardec e seu caráter científico. Seu código de ética, seus conceitos e seu aspecto fenomênico é encontrado em várias revelações do passado. O que diferencia o Espiritismo, e que isso não seja interpretado na forma de arrogância, por se sentir melhor, é o tratamento que se dá ao fenômeno mediúnico e que não se vê em nenhuma outra revelação, sua popularização, bem como sua síntese doutrinária e releitura que faz de diversos pontos que geraram e ainda geram controvérsias em outras propostas religiosas. Como grande revelação e talvez a mais atualizada para os tempos em que estamos vivendo, conseguiu o Espiritismo compreender a monolatria de algumas revelações que é o culto em um Deus único apesar de acreditar na existência de outros vendo nesses deuses nada mais do que a manifestação dos Espíritos condutores de tribos, clãs e nações, mas adotando o monoteísmo ético dos hebreus que é a crença em um Deus único, criador de tudo e todas as coisas, mas que dita normas de comportamento para que suas criaturas possam viver de forma coerente, dentro de uma ética condutora de ações para o bem da humanidade.

   Portanto, o reconhecimento do Espiritismo por parte dos espíritas como a terceira revelação, não deveria ser encarado como a última revelação, muito menos como a mais perfeita para o mundo, mas sim a mais condizente com aqueles que entenderam seus objetivos, seus postulados e encontraram nela as respostas para as questões que outras revelações não puderam revelar ou não satisfizeram os anseios de quem indaga. O mundo não é espírita. O Espiritismo não é a religião do futuro, mas conforme asseverou Léon Denis, no livro No Invisível, capítulo XI, é o futuro das religiões no sentido das ideias, da maneira como trata os diversos assuntos e que vai auxiliar àquelas outras revelações a encontrarem uma amplitude de entendimento das muitas questões ainda tratadas como mistérios de Deus.

17
dez
13

Teaser entrevista com Dalmo Duque dos Santos

Entrevista sobre a história do movimento espírita.

12
dez
13

Entrevistas

Entrevistas

11
dez
13

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Será o resultado de mais uma intensa pesquisa e horas de entrevistas.

16
jul
13

Segunda parte da matéria O Semeador

Segunda parte da matéria O Semeador

16
jul
13

Primeira parte da matéria O Semeador

Primeira parte da matéria O Semeador




tifacil
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