Arquivo para janeiro \24\UTC 2011

24
jan
11

a vida de hercílio maes

Hercílio Maes foi uma das figuras mais polêmicas dentro do Movimento Espírita brasileiro.
Médium do Espírito Ramatís, Hercílio Maes acabou sendo massacrado por alguns “doutores” em Espiritismo, que fizeram do Movimento Espírita arena para suas lutas intelectuais, recheadas de vaidades e pretensões filosóficas.
Este é um capítulo muito desagradável em nosso movimento, dentre tantos outros, mas que ficou conhecido por receber alimento de muitas instituições espíritas espalhadas pelo nosso país.
A chegada de Ramatís em nosso meio foi, sem dúvida, um grande desafio para as mentes mais estratificadas, mais ortodoxas, que não viam nada além da codificação kardequiana que pudesse colaborar com a espiritualização da humanidade.
Superando todas as adversidades, Hercílio Maes conseguiu dar conta da programação espiritual a qual foi submetido nesta presente reencarnação e psicografou as obras de Ramatís e ajudou muitas pessoas que o procuravam para receitas homeopáticas.
Somente uma alma desprendida de valores materiais como Hercílio Maes poderia manter-se “em pé e à ordem” diante das críticas de alguns confrades do Movimento Espírita que não souberam e ainda não sabem usar de caridade quando querem criticar uma obra ou algum confrade que esteja realizando alguma tarefa no campo da espiritualidade.
Não foi por acaso que Edgard Armond sentiu-se ligado a estas duas figuras emblemáticas do Movimento Espírita brasileiro.
Quem quiser saber mais sobre a vida deste homem que dedicou sua última existência terrestre ao bem, ao próximo, à espiritualidade Superior consulte o livro “Simplesmente Hercílio”, editora do Conhecimento, de autoria de Mauro Maes, filho do biografado.
É um livro gostoso de ler e com pitadas de muito bom humor, caracterizando a personalidade alegre e descontraída, sem ser leviana, de Hercílio.
Boa leitura!

23
jan
11

tradução do e-mail de cesar correa sobre a biografia do Armond

Mar del Plata, 6 de janeiro de 2011
Estimado irmão Edelso da Silva Junior

Que a paz do Mestre permaneça conosco!
Foi com muita expectativa e interesse que comecei a ler seu trabalho “No Tempo do Comandante”, é com muita alegria que o finalizo.
Na certeza de que sua obra é ferramenta indispensável ao fortalecimento e expansão da Aliança e seus ideais de evangelização.
Creio que seu trabalho seja inspirado e oportuno. Inspirado porque estamos certos que os guias estiveram acompanhando sua realização, investigação e apresentação final. Oportuno porque chega na hora certa, quando a Aliança, seguindo sua idéia principal, busca novas formas de apresentar-se, de relacionar-se, de reciclar-se sem perder de vista, como dizíamos, seus propósitos; aqueles que nasceram de uma linha histórico-espiritual surgida nos anos 40, revividas nos anos 70 com sua fundação e continua como herança bendita a todos nós, que nos sentimos e trabalhamos em Aliança.
A tarefa de Armond, como você bem demonstra, não se circunscreveu somente ao “Coração do Mundo”. A Argentina lhe ofereceu a obra de Rosalía Luques, e ele nos deu seu tempo, dedicação e experiência. Alguns anos antes da fundação da Aliança já tinha contato com trabalhadores espíritas de nosso país. (Esther Dan deve ser um acervo desses momentos). A seguir, outros aqui já mergulhavam no valor dos programas e das escolas como impulso de renovação do Espiritismo e o ( “do”?) coração dos espíritas.
Entre eles, Raúl Arroyos, (pertencente à Soc. Amalia D Soler de Lobería) que não foi um dos primeiros a conhecê-lo, mas sim a interpretar de forma profunda a proposta “Armond”.
Dele obtivemos nossa formação e das inumeráveis viagens e visitas de Jacques, Eduardo, Luiz, Walter, Pablo, Azamar, Paulo e de outros que interpretaram rapidamente a mensagem intrínseca do Espírito de Aliança: estar junto daqueles recém-iniciados e que às dificuldades naturais do novo e dificuldades pessoais, se agregam as da distância e do idioma.
Com todos eles construímos um diálogo que nos permitiu aprofundar a proposta dos Espíritos Superiores através da obra do Comandante. E tudo o que encontrei nas páginas de seu livro me fez muito feliz. Sem que por isso não deixe de pensar no grande compromisso que recai sobre nossas mãos e que reclama de nossa parte, maior esforço, renúncia, reforma e amor.
Neste ponto “não podendo você fazer demais” (?), pois o trabalho é pessoal e intransferível, te agradeço o impulso e a motivação e rogo aos Bons Espíritos a força para ser sempre um aprendiz e servidor dessa tarefa: evangelizar e espiritualizar, meu coração e os daqueles que me rodeiam.
Esperando que sua obra possa estar presente nas bibliotecas e nas mãos de dirigentes e expositores de todas as casas espíritas, para consulta e fortalecimento, nessas horas tão decisivas para a marcha de nossa Aliança na busca da ascensão espiritual da humanidade, me despeço reiterando meu agradecimento pelo trabalho presente.
Com estima, César Correa.

23
jan
11

e-mail de Cesar Correa de Mar Del Plata sobre a biografia do Armond

Mar del Plata, 6 de enero de 2011.

Estimado hno.
Edelso Da Silva Junior
Qué la Paz del Maestro permanezca con nosotros!

Fue con mucha expectativa e interés que comencé a leer su trabajo: “En el tiempo del Comandante”, es con mucha alegría que lo finalizo.
En la seguridad de que su obra es herramienta indispensable al fortalecimiento y la expansión de la Alianza en sus ideales de evangelización.
Creo su trabajo: inspirado y oportuno. Inspirado porque estamos seguros de que no faltaron los guías acompañándolo en su realización, investigación y presentación final. Oportuno por que llega en la hora correcta, cuando la Alianza, siguiendo su idea primaria, busca nuevas formas de presentarse, de relacionarse, de reciclarse sin perder de vista, como decíamos, sus propósitos; aquellos que devienen de una línea histórico-espiritual surgida en los años 40, revividas en los años 70 con su fundación y continúa como herencia bendita legada a todos nosotros, quienes nos sentimos y trabajamos en Alianza.

La tarea de Armond , como bien usted lo demuestra, no se circunscribió solo al Corazón del Mundo. Argentina le ofreció la obra de Rosalía Luques, y él nos dio su tiempo, dedicación y experiencia. Algunos años antes de la fundación de la Alianza ya tenía contacto con trabajadores espíritas de nuestro país. (Esther Dan debe ser un acervo de esos momentos). A posterior otros aquí ya se empapaban del valor de los programas y de las escuelas como impulso a la renovación del Espiritismo y el corazón de los espíritas.
Entre ellos, Raúl Arroyos, (perteneciente a la Soc Amalia D Soler de Lobería) que no fue el de los primeros en conocerlo, pero sí el de interpretarlo en lo mas profundo y vivencial que tiene la propuesta “Armond”.
De él obtuvimos nuestra formación y de los innumerables viajes y visitas de Jaques, Eduardo, Luiz, Wlater, Pablo, Azamar, Paulo y de otros que interpretaron rápidamente el mensaje intrínseco del Espíritu de Alianza: Estar junto aquellos que recién se inician y que a las dificultades naturales de lo nuevo y las personales se le agregan las de la distancia y el idioma.
Con todos ellos hemos construido un diálogo que nos permitió desmenuzar la propuesta de los Espíritus Superiores, a través de la obra del Comandante. Y todo aquello, encontrado en las páginas de su libro me hacen muy felíz. Sin que por esto no deje de pensar en el gran compromiso que recae sobre nuestras manos y que reclama de nuestra parte, mayor esfuerzo, renuncia, reforma y amor.

En este punto, no pudiendo usted hacer demasiado, pues , el trabajo es personal e intransferible, le agradezco el impulso y la motivación y ruego a los Buenos Espíritus la fuerza para ser siempre un aprendiz y servidor de tamaña empresa: evangelizar y espiritualizar, mi corazón y él de quienes me rodean.

Esperando que la obra pueda estar presente en las bibliotecas y en las manos de dirigentes y expositores de todas las Casas Espíritas, para consulta y fortalecimiento, en horas tan decisivas para la marcha de nuestra Alianza en la búsqueda de la ascensión espiritual de la humanidad, me despido reiterando mi agradecimiento por el trabajo presente.

Con estima, César Correa.




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No Tempo do Comandante